COMPOSTO "4 Rs" DAS RELAÇÕES PÚBLICAS PLENAS

COMPOSTO "4 Rs" DAS RELAÇÕES PÚBLICAS PLENAS

quarta-feira, 1 de março de 2017

Neste 1o. de março...

... aniversário da cidade do Rio de Janeiro – que tão bem me acolheu pessoal e profissionalmente –, apresento o PROFFICE Consultório de Relações Públicas.

Entre em contato – a casa é sua:

marcondesneto@yahoo.com | 21 99490-0711 | www.proffice.net.br

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Sobre a absolutamente presente questão geracional...

A quem interessar possa, início e final dos períodos (considere que há uma margem de 3 anos para antes e para depois em cada ano demarcatório a seguir - áreas cinzentas em que se sobrepõem características de duas gerações.

Eu, por exemplo, estou entre a Geração Baby Boomer e a Geração X, considerando-me, porém, em autoavaliação, um típico 'exemplar' da Geração X - assim denominada justamente por tratar-se de uma Geração Incógnita, ou seja, que 'não disse a que veio', sendo absolutamente esmagada pela passagem direta dos bastões do poder da Geração Baby Boomer (dos hippies de 1968) à Geração Y (dos yuppies de 1990):

- Tradicionalistas: de 1919 a 1944 (*) - com 18 anos em 1937
(são os nossos avós) [Obs.: Na tabela original, de 1932 a 1944]

- 'Baby Boomers': de 1945 a 1957 - com 18 anos em 1963
(fizeram a primavera de Praga e estiveram em Woodstock)

- Geração X: de 1958 a 1970 - com 18 anos em 1976
(nem hippies nem yuppies, viram a vida passar sem mudar)

- Geração Y: de 1971 a 1983 - com 18 anos em 1989
(o filme 'Wall Street - poder e cobiça' representa esse tempo)

- 'Millennials': de 1984 a 1996 - com 18 anos em 2002
(nerds, geeks - populam as gigantes do Vale do Silício)

- Geração Z: de 1997 a 2009 - com 18 anos em 2015
(bem os representam Airbnb, Uber e que tais) - 'the big shift'

Não fruto de uma ciência 'exata', mas tema objeto de ensaios, muita desinformação tem sido publicada sobre gerações (sobretudo sobre a Geração Y), muitas vezes abarcando em 1 até 3 períodos geracionais que, se em meados do século passado se completavam a cada 25 anos (*), a partir de então - e neste ensaio - são considerados como durando a metade desse tempo, 12 anos e meio. Há quem defenda, hoje, que 'geração' já é coisa de década, mas - por ora - mantenho minha visão particular.

E quem completou 18 anos em 2016? Andamos à procura de uma letra - ou de um apelido - que os represente. Talvez A ou, talvez, 'Alternatives'.


Quem viver, verá.


 
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Gratidão. A palavra não pode ser outra.


Às Relações Públicas, à minha orientadora Margarida Kunsch, e ao Versátil RP.

Às Relações Públicas, por terem entrado na minha vida há 40 anos (em 1976 eu estava me inscrevendo em dois vestibulares - o da FUVEST e o da Cesgranrio, ambos para RP);

À eterna mestra por entronizar-me no que ela chama de 'artesania intelectual';

Aos amigos errepês - cúmplices na paixão pela área - do Versátil RP, por contar essa história, essa efeméride, a todo o pessoal que faz o sucesso de audiência do site.

Valeu!

E que 2017 - 50 anos da nossa querida profissão - seja bom, feliz e produtivo para todos!

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

ONTEM, 11 de dezembro, a Lei 5.377/1967, que regulamentou a profissão de relações-públicas, completou 49 anos.


MUITAS ocupações (mais de 2.400 constantes do CBO - Catálogo Brasileiro de Mão-de-Obra, do Ministério de Trabalho) vêm lutando por regulamentação semelhante, há anos, no Congresso Nacional.

NÃO FAZ sentido que em um ambiente de complexidade como o que vivemos, e com cenários tão vertiginosamente mutantes, dispensemos a institucionalidade de nossa âncora legal.

RP: registre-se no Conrerp de sua Região. E comemoremos os 50!

Há quem diga que a nossa lei 'está velha'... Discordo veementemente!

E se dizer isso no meio acadêmico é desserviço, desestímulo e manipulação, no meio de negócios é prova de amadorismo, ignorância ou má-fé.

Uma sociedade desenvolvida é uma sociedade institucionalizada, e instituições baseiam-se em tradição, costumes, cultura, história e... leis... que, afinal, são o fundamento da democracia.

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sábado, 29 de outubro de 2016

Sobre relações-públicas e o mercado. Vale a pena relembrar o debate.


"ABERTURA" ou "FLEXIBILIZAÇÃO" da concessão do registro profissional de relações-públicas a não formados em RP, ou ainda, "ATUALIZAÇÃO" da Lei 5.377/1967 - são parte do passado, com as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o bacharelado em RP, independente e autônomo - em vigor há um ano. NOSSA LEI é ótima, concisa e objetiva. 

TEMOS, sim, que conquistar - com COMPETÊNCIA - o lugar da nossa formação-profissão no mercado. 

MAS... vale a pena REVER O DEBATE.
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sábado, 15 de outubro de 2016

Paciência - que lá vem textão:

Provocado - ontem - por meus pares relações-públicas Firmo Neto, Luciana Hage, Cristian Alves e Damares Braga Nunes em um tópico no Facebook, quanto à utilidade / efetividade da profissão regulamentada sob Conselhos Regionais e Federal, digo-lhes - conclamando a todos os colegas bacharéis em RP:

1) Quem faz os Conselhos Profissionais, como acontece com toda e qualquer organização, são pessoas. Uma vez unidas essas pessoas em torno dos objetivos comuns de (I) divulgarmos as nossas causas de (a) relacionamento com públicos-chave e (b) comunicação pública responsável tecnicamente, (II) sermos considerados relevantes socialmente - como acontece em todo o mundo, e (III) exercermos funções absolutamente necessárias para toda e qualquer boa governança, ficaremos fortes - tanto os profissionais quanto os nossos Conselhos - Regionais e Federal;

2) Se no passado, e até aqui, o Sistema Conferp-Conrerp não funcionou bem, não nos atendeu em um reclamo, não fiscalizou como deveria o mercado, não defendeu a profissão como se esperava, é preciso debitar tais mazelas ao passado, acreditar nas gestões que renovaram absolutamente os quadros em todo o país este ano, e dar um voto de confiança na recuperação da entidade máxima da profissão e, consequentemente, com ela, a todos nós, profissionais de RP formados em RP;

3) Todas as profissões regulamentadas - são pouco mais de 60 em mais de 2.500 ofícios listados pelo Ministério do Trabalho e Emprego - funcionam assim: quem 'banca' a estrutura de defesa e fiscalização são os próprios profissionais. Diferentemente do que muitos pensam, não há qualquer aporte externo de verbas, público ou privado. Todo Sistema de Conselhos sobrevive de registros, anuidades e, eventualmente, de doações (que, no Brasil, infelizmente, não são uma tradição) e, por ser autarquia federal de regulação e fiscalização profissional, submete-se ao controle do TCU - o que é um atestado de gestão financeira idônea - sob pena de conselheiros inidôneos serem inscritos na Dívida Ativa da União;

4) Precisamos sim, elevar o nível de transparência, mostrando - publicamente, com nossos balancetes mensais e balanços anuais, acompanhados de relatórios de gestão (como fizemos no Conrerp1 entre 2010 e 2013) - a real situação financeira de cada Região - que nada mais é que o 'retrato' do conjunto dos profissionais sob cada jurisdição. Não existe, assim, valor 'caro' ou valor 'barato' (para registros, anuidades e multas) a priori. O que há, de fato, é a constatação de nossa presença - ou de nossa omissão.

5) Minha proposição única - como profissional, independente do fato de neste mandato estar assessorando o Conferp (voluntariamente, sem quaisquer ônus ou bônus) - para este mandato (2016-2017-2018) de todo o Sistema é insistir nessa tecla: "Profissão respeitada se faz com profissionais engajados. Antes, registre-se no Conrerp de sua Região. E participe. Depois, cobre".

Manoel Marcondes Machado Neto - Conrerp1 - Reg. 3474.
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