COMPOSTO "4 Rs" DAS RELAÇÕES PÚBLICAS PLENAS

COMPOSTO "4 Rs" DAS RELAÇÕES PÚBLICAS PLENAS

sábado, 29 de outubro de 2016

Sobre relações-públicas e o mercado. Vale a pena relembrar o debate.


"ABERTURA" ou "FLEXIBILIZAÇÃO" da concessão do registro profissional de relações-públicas a não formados em RP, ou ainda, "ATUALIZAÇÃO" da Lei 5.377/1967 - são parte do passado, com as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o bacharelado em RP, independente e autônomo - em vigor há um ano. NOSSA LEI é ótima, concisa e objetiva. 

TEMOS, sim, que conquistar - com COMPETÊNCIA - o lugar da nossa formação-profissão no mercado. 

MAS... vale a pena REVER O DEBATE.
>

sábado, 15 de outubro de 2016

Paciência - que lá vem textão:

Provocado - ontem - por meus pares relações-públicas Firmo Neto, Luciana Hage, Cristian Alves e Damares Braga Nunes em um tópico no Facebook, quanto à utilidade / efetividade da profissão regulamentada sob Conselhos Regionais e Federal, digo-lhes - conclamando a todos os colegas bacharéis em RP:

1) Quem faz os Conselhos Profissionais, como acontece com toda e qualquer organização, são pessoas. Uma vez unidas essas pessoas em torno dos objetivos comuns de (I) divulgarmos as nossas causas de (a) relacionamento com públicos-chave e (b) comunicação pública responsável tecnicamente, (II) sermos considerados relevantes socialmente - como acontece em todo o mundo, e (III) exercermos funções absolutamente necessárias para toda e qualquer boa governança, ficaremos fortes - tanto os profissionais quanto os nossos Conselhos - Regionais e Federal;

2) Se no passado, e até aqui, o Sistema Conferp-Conrerp não funcionou bem, não nos atendeu em um reclamo, não fiscalizou como deveria o mercado, não defendeu a profissão como se esperava, é preciso debitar tais mazelas ao passado, acreditar nas gestões que renovaram absolutamente os quadros em todo o país este ano, e dar um voto de confiança na recuperação da entidade máxima da profissão e, consequentemente, com ela, a todos nós, profissionais de RP formados em RP;

3) Todas as profissões regulamentadas - são pouco mais de 60 em mais de 2.500 ofícios listados pelo Ministério do Trabalho e Emprego - funcionam assim: quem 'banca' a estrutura de defesa e fiscalização são os próprios profissionais. Diferentemente do que muitos pensam, não há qualquer aporte externo de verbas, público ou privado. Todo Sistema de Conselhos sobrevive de registros, anuidades e, eventualmente, de doações (que, no Brasil, infelizmente, não são uma tradição) e, por ser autarquia federal de regulação e fiscalização profissional, submete-se ao controle do TCU - o que é um atestado de gestão financeira idônea - sob pena de conselheiros inidôneos serem inscritos na Dívida Ativa da União;

4) Precisamos sim, elevar o nível de transparência, mostrando - publicamente, com nossos balancetes mensais e balanços anuais, acompanhados de relatórios de gestão (como fizemos no Conrerp1 entre 2010 e 2013) - a real situação financeira de cada Região - que nada mais é que o 'retrato' do conjunto dos profissionais sob cada jurisdição. Não existe, assim, valor 'caro' ou valor 'barato' (para registros, anuidades e multas) a priori. O que há, de fato, é a constatação de nossa presença - ou de nossa omissão.

5) Minha proposição única - como profissional, independente do fato de neste mandato estar assessorando o Conferp (voluntariamente, sem quaisquer ônus ou bônus) - para este mandato (2016-2017-2018) de todo o Sistema é insistir nessa tecla: "Profissão respeitada se faz com profissionais engajados. Antes, registre-se no Conrerp de sua Região. E participe. Depois, cobre".

Manoel Marcondes Machado Neto - Conrerp1 - Reg. 3474.
>

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

DIA INTERAMERICANO DE RELAÇÕES PÚBLICAS muito comemorado!


26 09 2016: Pela manhã, 'hangout' - junto a colegas e ex-alunos - na FAPCOM / São Paulo; à noite, debate - junto a colegas e ex-alunos na FACHA / Rio de Janeiro - representando o Observatório da Comunicação Institucional.

BEM FELIZ!
>

domingo, 18 de setembro de 2016

OU VAI OU RACHA!

OU OS JOVENS estudantes e recém-formados bacharéis que escolheram a - apaixonante - formação Relações Públicas "tomam" para si os Conrerps - registrando-se - ou a nossa bela (e regulamentada) profissão está com os dias contados.

A minha geração (dita "X") não conseguiu mudar as coisas nefastas anteriores (da geração "Baby Boomer").

A mudança, pois, está com os "Y" e os "Z".

Sobre gerações: http://www.slideshare.net/marcondesneto/costumes-versus-geraes-13714081
>

domingo, 21 de agosto de 2016

E o esperado aconteceu...

Milimetricamente de acordo com o planejado. O gringo nadador infanto-bagunceiro, metido numa confusão criada por ele mesmo no Brasil, contratara um especialista-fera em crises de imagem - um RP - coisa mais que comum nos EUA, onde nasceu a atividade... 
E o especialista contratado arquitetou rapidamente a ação de limpeza de barra de seu cliente, no limite das possibilidades: uma matéria para o Jornal Nacional (nem pensar noutro programa ou em outro canal), anunciada, como o foi, matéria derradeira sob a chamada 'Ryan Lochte, exclusivo, esclarece o que aconteceu e pede desculpas ao Rio de Janeiro e aos brasileiros'. 
Tudo foi detalhadamente executado; da cor do bem comportado cabelo à vestimenta, do tom de voz à altura do olhar, da postura humilde-descolada ao 'I am sorry' ensaiado ao final. O JN abriu a matéria mostrando o atleta-palhaço-arrependido chegando à sede da TV Globo acompanhado 'de seu novo assessor de imprensa'. 
Sabe quando a Redação da Globo vai chamar o RP de RP? Never! 
Como sabemos, enquanto na terra do Tio Sam, RPs cuidam apenas de 'media relations', aqui a jabuticaba 'assessoria de imprensa' é feita por coleguinhas-jornalistas em desvio de função (alimentando de 'stories' para os coleguinhas-na-função 'to tell'). 
O que é igual, aqui e la'? 
Traficar influência e obter da imprensa um determinado resultado esperado, ensaiado e muito bem pago (não em dinheiro, mas em matérias que deem audiência ao 'medium' escolhido) 'exclusivo' - como foi o caso. A direção de jornalismo e o reporter escolhido fazem seu papel - de 'escada' (claro que cabera' exclusivamente ao 'cliente' escala'-la). E a edição - coração e cérebro da coisa toda - entrega a matéria-limpeza-de-barra pedida e muito bem paga (a assessoria, bem entendido); e detalhe: exclusivamente voltada à audiência da Globo (que repetira' a matéria à exaustão - e isto também ja' esta' quantificado previamente) e a certos 'ouvintes' globais. 
Localmente, Ryan 'the monster of Mess' - como retratado por um jornal-tabloide estadunidense - continua alimentando sua fama... de bobo mimado e infantil, o que lhe rende alguma 'carreira' post-aposentadoria (tempo que ja' chegou para ele na natação).
E vida que segue na 'crise' de amanhã...
>